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Promoção - Abril e Maio cada vez mais Romântico
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Hello folks,
Depois de mais de um mês sumida daqui, venho com muita alegria divulgar a PRIMEIRA PROMOÇÃO BLOG!! UHUUUUU!!!! Isso mesmo! Junto com mais três blogs amigos, vamos sortear quatro livros para duas pessoas. Sim, vamos fazer a alegria de dois leitores dando dois livros para cada um deles!

Eu sei que sumi, mas espero que me perdoem por isso, pois, foi por um bom motivo - eu tive tanta coisa pra fazer/estudar que nem ler eu estava lendo. Se tudo der certo, segunda-feira é minha última prova e depois FÉRIAS!! Mas só da universidade porque vou continuar trabalhando (droga!). Mas enfim, como falei, a promoção seré feita em conjunto com mais três blogs de amigas minhas, aqui de João Pessoa também. Assim, esperamos poder adoçar a vida de dois leitores sortudos.
Mas agora, chega de conversa e vamos conhecer os blogs participantes e os prêmios.

  • Blogs Participantes:

Cantinho da Bagunça - Eu
Lígia et son monde - Lígia Paulino
Projetando Palavras e Confeitos - Sarah Maia
Resenhando Livros & Filmes - Camyla Soares

  • Prêmios:

Chocolate - Joanne Harris
O Mistério do Chocolate - Joanne Fluke
Laços Inseparavéis - Emily Giffin
O Noivo da Minha Melhor Amiga - Emily Giffin

  • Regras Obrigatórias:

Residir em Território Nacional.
Seguir todos os 4 blogs no GFC ( Google Friend Connect ) 

Participe:



  • Informaçõe Importante: Os livros serão enviados em até 45 dias depois sorteio.

Então é isso, vou ficando por aqui, espero voltar logo com mais novidades e BOA SORTE! :)




Resenha - Wake: Despertar
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Wake: Despertar - Lisa McMann


Em Wake somos apresentados a  história de Janie e seu terrível poder de entrar nos sonhos das pessoas. Não é algo que ela possa controlar, pois se uma pessoa simplesmente dorme, sonha e não há nem uma porta ou parede que a separe dela, inevitavelmente Janie é sugada para o sonho. Também não seria tão ruim se não lhe tirasse momentaneamente a visão, lhe doesse os músculos e sugasse toda a sua energia.
Quando entra nos sonhos das pessoas, sejam pesadelos ou não, Janie simplesmente é uma expectadora que não consegue fazer mudar o sonho ou qualquer coisa, porém isso muda quando entra um pesadelo horrível em que ela, para sua surpresa, faz parte.
            Eu amei Wake. Amei mesmo, apesar da primeira impressão não ter sido muito boa. Isso porque a narração é tão diferente do que eu estou acostumada a ler, que estranhei um pouco no início. O negócio é: ele é em terceira pessoa, o que não é nada de outro mundo, mas os verbos estão no presente, além de que, é praticamente escrito inteiramente com frases curtíssimas. Por exemplo:

"Janie ajusta o maxilar.
Está cansada de chorar.
Recusa-se a fazer ceninhas.
Quando volta a sentir os dedos dos pés, fica em pé, pega seu casaco e sua mala feita da noite para o dia, e vai cambaleando até a porta."

Percebe a diferença? Eu particularmente nunca tinha lido um livro assim, mas eu gostei. Li muita resenha por aí dizendo que essa escrita da Lisa é horrível, chata e sem sentido. Eu não achei. Muito pelo contrário, achei que essa foi a maneira que ela encontrou de pôr um pouco de dinamismo e movimento na história. O único lado ruim é que você lê o livro numa tarde só, se não menos (eu li em umas quatro horas).
O livro tem a capa belíssima e eu gostei bastante das personagens. A Janie, que não é uma mocinha sofredora, frágil, ela simplesmente sobrevive e luta; o Cabel, que é um mocinho cheio de defeitos e completamente normal (nada que corpo perfeito, com olhos perfeitos e rosto esculpido em mármore); e a mãe e amiga de Janie que consquistaram minha total antipatia.
            Enfim, Wake é um livro que ou você gosta ou você detesta. Não existe um meio termo. Eu adorei e digo que vale a pena da uma olhadela. Sua continuação é Fade e o último livro Gone. Com certeza vou ler!

Até mais :)




Resenha - As vantagens de ser invisível
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As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky


"Eu me sinto infinito" 

                Uma vez li – mais precisamente, num dos meus livros favoritos – que existem certos livros que todas as pessoas do mundo deveriam ler e só assim nosso mundo despedaçado se tornaria inteiro. Bem, As vantagens de ser invisível é um desses livros. 
                Eu queria que todas as pessoas o lessem. Meus pais, meus irmãos e amigos. Meu vizinho, o porteiro do meu prédio, meus professores da universidade, meus primos. O padeiro, a vendedora, a garota que sentou ao meu lado no ônibus...Enfim. Todos que estão ao meu redor e você que está lendo essa resenha. Queria que as pessoas conhecessem Charlie e compreendessem quando ele diz que é feliz e triste ao mesmo e tudo bem se as coisas são assim. Que ele tem semanas realmente ruins, mas no meio delas tenta a todo custo lembrar que coisas boas virão, mas que nem sempre esse pensamento dar certo. Eu queria que todos fossem amigos de Sam e Patrick e soubesse como eles são engraçados, loucos e verdadeiros amigos. Eu realmente gostaria de fazer você entender a beleza desse livro.
                Escrito em forma de cartas, feitas de Charlie para um leitor desconhecido, As vantagens de ser invisível é surpreendentemente doce, engraçado, triste, inusitado e sincero. É uma história bastante original e escrita da mesma forma. Seus personagens são cativantes e verdadeiramente reais. Não há nada muito glamoroso ou romântico no primeiro ano do ensino médio do nosso protagonista. Tudo é bastante realístico e talvez seja por isso que mexa tanto com os leitores.
                No começo sentir certa infantilidade na escrita e Charlie parecia ser muito mais novo do que os seus 15 anos, mas lendo nas entrelinhas, acho que foi uma forma do escritor nos mostrar o quanto o garoto é inocente e que vai amadurecendo com o passar do tempo. Também chama a atenção o fato de que algumas coisas não ficam muito claras ao leitor e assim é por sua conta deduzir. E sinceramente, isso é INCRÍVEL, pois nada como passar noites em claro pensando se isso ou aquilo foi verdade ou não.
                Enfim, eu gostaria que você, que está lendo essa resenha agora, entendesse o quão maravilhoso é esse livro, e o quanto ele merece ser lido. As vantagens de ser invisível é o tipo de livro que você acaba de fechar e já quer abrir para lê-lo de novo, aquele tipo, que durante alguns dias você dorme e acorda pensando nele. No momento, tudo que posso fazer é pedir-lhe: Leia, leia, leia! Você não vai se arrepender. Eu prometo.


“Não há nada como a respiração profunda depois de dar uma gargalhada. Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas. E essa era ótima.”

"Então, eu acho que somos o que somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas.”


Até a próxima =)




Resenha - Safe Haven*
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Safe Haven* - Nicholas Sparks


"O amor não significa nada se você não estiver disposta a assumir um compromisso e você não pode pensar aopenas no que quer. Você tem que pensar também no que ele quer. Não apenas agora, mas também no futuro."


Existem certos escritores que se me dessem a lista de compras deles para eu ler, eu leria feliz da vida e Nicholas Sparks com certeza é um deles. Há quem o odeie, ache-o clichê, brega, etc, etc, etc, mas para mim todos os seu romances água com açúcar têm o seu encanto e não foi diferente com esse.
                Safe Haven (no Brasil, Um Porto Seguro) conta história de Katie, um mulher misteriosa que vai viver numa pequena cidade, numa cabana caindo aos pedaços. Apesar de manter-se reservada ao máximo, ela não consegue evitar a companhia de Jo, sua vizinha franca e adorável e Alex, um viúvo charmoso, pai de dois filhos e que também parece querer se aproximar.
                Não tem como Nicholas me surpreender mais, é o que sempre digo quando vou ler um livro dele. E como estive enganada com tanto outros, esse não foi diferente. Safe Haven é lindo, de tantas maneiras que é difícil descrever. Seus personagens são cativantes de tal maneira que tudo o que se deseja é conhecê-los. Katie indômita, lutando para recomeçar, sem nunca parar de olhar por cima do ombro, tenta a todo custo manter distancia de Alex e sua bondade sem fim, e o relacionamento dos dois é construído de maneira tão magistral que eu fico pensando como esse escritor conhece tanto os sentimentos humanos.
                Não quero escrever mais e deixar algum spoiler, pois apesar de você está pensando que ele é um clichê como todos os outros, nesse livro, em especial, o autor guardou uma surpresinha para o final que é realmente, bem, surpreendente.
                Mas ler Nicholas é isso, é acreditar no amor de verdade, não aqueles de contos de fadas, nem aquele que se acaba com o tempo. Ele nos mostra o amor que dura, que suporta, que confia, nos faz acreditar na força do destino e que certas pessoas nasceram para ficarem juntas não importando o porquê, e acima de tudo, nos ensina que o amor é nosso único refúgio.

Como se não bastasse o livro, Safe Havem é mais um romance de Nicholas que será adaptado para  as telonas. Ele estréia dia 14 de fevereiro lá nos Estados Unidos - não sei aqui no Brasil. Mas não deixe de conferir. :)








*O título está em inglês na resenha porque li o livro nesse idioma





Resenha - Divergente
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Divergente – Veronica Roth

Vivemos numa outra realidade. Chicago foi dividida em cinco facções que cultivam uma única virtude: Erudição, Abnegação, Amizade, Franqueza e Audácia, como um modo de evitar conflitos e guerras. Todos vivem perfeitamente em seu próprio grupo. Aos dezesseis anos você precisa escolher entre a facção que você nasceu e foi criada ou aquela que você se identifica e deseja viver pelo resto da vida. Esse momento chegou para Beatrice, mas muito mais do que uma escolha a fazer, ela precisa guardar um segredo que pode significar sua morte.
                Confesso solenemente que li esse livro pensando em Jogos Vorazes. Sociedade distópica, cheia de segredos, almas reprimidas que desejam fervorozamente se revoltar, muita ação e um amor pra adoçar.
Um pequeno erro meu. Um leitor (ou somente eu), precisa aprender a não ir com muita a sede ao pote ou acaba se decepcionando. Não cheguei a ter realmente uma decepção com Divergente, mas não foi tudo aquilo que eu esperava.
                O livro é bom. Ponto. Não é sensacional ou o melhor livro do ano, mas tem tantos pontos fortes que consegui parar de compara-lo a Jogos Vorazes e realmente curtir a leitura.
                Beatrice, a narradora do livro vive na Abnegação e pode ser uma chatice no começo, mas como muitos personagens desse livro, ela sofre uma grande reviravolta e eu passei a gostar realmente dela e sua visão. É sempre bom ver uma mocinha que não está nem ai em ser boazinha de verdade e, quando eu digo isso, é literalmente. Em meio a tantas garotas na literatura que sofrem e não querem desejar o mal da pessoa que lhe fez sofrer, Beatrice simplesmente deseja o mal e se regozija quando dar certo.  E isso foi um diferencial e tanto.
                Olhando pelo lado negativo, as vezes sentir um rompante na maturidade da escrita, como em alguns diálogos pobres,  por exemplo. Mas como não é uma constante no livro, talvez seja pela autora ser estreante, ele esteja trabalhando nisso. Outra coisa que me incomodou foi não haver uma explicação sobre como está o resto do mundo. Todos vivem da mesma maneira que Chicago? Quanto tempo precisamente se passou desde que a sociedade resolveu se dividir? Pode ser detalhes irrelevantes, mas enriquece a leitura e imaginação.
                Não posso comentar muita mais coisa porque apesar do livro ter coisas bem previsíveis, outras eu não conseguir nem imaginar e citando personagens ou lugares estragaria surpresa. Indico livro com certeza e espero muito (lá vai eu e minhas expectativas) que série só melhore daqui pra frente.





Resenha - Lola e o garoto da casa ao lado
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Lola e o garoto da casa ao lado - Stephanie Perkins



         Se fosse para fazer uma lista dos melhores escritores de romances juvenis, Stephanie Perkins estaria entre os dez. Com toda certeza. Depois da perfeição de Anna e o beijo francês, a autora nos presenteou com Lola e o garoto da casa ao lado, que não é tão maravilhoso quanto o primeiro romance, mas chega bem perto.      Em meio aos seus dramas adolescentes Lola, uma boa filha, aluna dedicada e que acredita verdadeiramente em figurinos (e não moda), têm três simples desejos: Que seus pais aceitem que seu namorado é o máximo, um vestido extravagante de Maria Antonieta para o baile de formatura e jamais reencontrar seus antigos vizinhos Cricket, um inventor habilidoso, e sua irmã Calliope. Claro, que nem tudo o que você deseja vira realidade.
                Nesse livro, temos a irreverente Lola que pode ser um pouco dramatica, mas ao mesmo tempo sabe o quer. É criativa, apaixonada, com a melhor amiga que todo mundo deseja ter e os pais mais legais e superprotetores que já vi (queria deixar claro que uma das coisas que mais amei no livro foi os pais dela), ela é simplesmente Lola. Também temos o namorado punk rock dela, Max, que é um charme, e claro, Cricket (pausa para suspiro) com seu quase dois metros de altura e um estilo próprio.
                O livro não tem nenhum mistério ou mensagem tocante ou qualquer coisa do gênero. Aposto que lendo até aqui, você já sabe o final. Mas para mim é essa a ideia desses romances juvenis. Fazer você relaxar e rir de situações bobas que com certeza você já passou quando era adolescente. Além de levar você ao passado e desejar ter 17 anos de novo.
                Outra coisa que me chamou atenção no livro foi que a autora fez o inverso de Anna e o beijo Francês. Enquanto no primeiro livro vemos o drama de uma garota apaixonada por um cara comprometido, em Lola, temos o oposto. Dessa vez a garota é quem estar comprometida e tem serias decisões a tomar.
                O livro é apaixonante, do tipo que você não consegue largar e precisa ler em cada mísero segundo que tem livre. Super recomendo, não só ele, mas  Anna e o beijo Francês também. E se você já leu esse, com Lola e o garoto da casa ao lado, você vai conseguir matar a saudade de Anna e Étienne com certeza.





Resenha - Souvenir
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Souvenir - Therese Fowler 



Sinopse:

E se a única pessoa que pode ajudar você fosse aquela cujo coração você partiu?
           Meg e Carson cresceram juntos e são louco um pelo outro. Mas ao completar 21 anos, Meg recebe uma proposta irrecusável de casamento. A notícia da decisão repentina de Meg deixa Carson arrasado. Para afogar suas mágoas, ele mergulha na carreira de músico.
Agora, quase 20 anos mais tarde, o casamento de Meg caiu na rotina e sua vida restringe-se a cuidar de seu pai viúvo e a administrar os conflitos com sua filha adolescente, Savannah, que a cada dia se afasta mais da família. Já Carson, agora um famoso astro do rock, retorna à cidade depois de um longo tempo para preparar seu casamento com uma mulher bem mais jovem.
De volta a sua cidade natal e prestes a dar um passo importante na vida, ele está determinado a continuar mentindo para si mesmo sobre seus sentimentos quando Meg faz uma descoberta que afetará todos a sua volta.


Eu me apaixonei pela capa de Souvenir a primeira vista, porém dando uma primeira olhada no livro e virando as primeiras páginas supus que se tratava de um clichê absoluto, com um final bem previsível. Mas, quando fui mais a fundo e li nas entrelinhas o que a autora realmente quis dizer... Ah! Descobri que o livro tinha muito mais para dar.
Souvenir trata-se das escolhas da vida. Escolhas que mudam todo o rumo de uma história e mexe com todas as pessoas ao seu redor. É um livro para os adoradores do drama e que não se importam em derramar algumas lágrimas. O tipo de livro que, se for possível, você ler numa tacada só.
Nas primeiras páginas você já se ver envolvida no relacionamento de Meg e Carson e percebe o tamanho amor que compartilham, para logo em seguida tudo ser desmanchado com uma simples escolha. A escolha de Meg.
Enquanto ela convence a si mesma que fez a coisa certa, Carson tenta convencer a si mesmo de que a odeia.
Vinte anos depois, com a vida de esposa, mãe, dona de casa e médica, um acontecimento na vida de Meg faz com que ela pense em todo o seu passado e queria mudar seu presente e futuro. Mas como vai ser possível?
Enquanto tenta organizar sua vida e refazer suas escolhas, Meg ainda tem que lidar com Savannah, sua filha de quinze anos, que não é uma filha problemática, mas que vem causando certas preocupações.
Você torce por Meg, sente a dor de Carson e tenta de alguma maneira fazer que Savannah acorde para vida e veja onde está se metendo (foi a única personagem que me irritou em certos capítulos).
O livro está repleto de paixão, dor, orgulho e tantos outros sentimentos que estão em volta do amor, até mesmo ódio. E além de tudo isso, é um livro real, com um desfecho real. Ele meio que deu uma sacudida em mim e deu pra perceber que nem tudo são flores.
Enfim, apesar de eu não ser muito fã de dramas, eu realmente gostei de Souvenir. Ele é aquele tipo de livro que por mais que lhe faça chorar, você não consegue parar de ler. 
Recomendo.




Sessão pipoca #4
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Resenha - Amanhecer-parte 2




Sou fã da saga Crepúsculo. Pronto falei (my guilty pleasure). Por vários motivos, me encatei pelos livros (de maneira bastante saudável), e como toda fã, segui a história pelas telas de cinema também. Me apaixonei pelo Edward – e não minta! Você se apaixonou também. Ele pode ser branco demais, brilhar no sol e ser bem froxo, mas você já sonhou (sim!) com o cara perfeito, bonito, romantico apaixonado e, bem... rico. Pode dizer aos quatro ventos que odeia a saga, mas secretamente suspira por aquele branquelo ridiculamente romantico.
                Sendo assim, vivi um dilema quando resolvi escrever essa resenha. Sou estudante de jornalismo, e como tal, devo ser apenas crítica, sem ser tendenciosa, e como isso é praticamente impossivel, devo pelo menos ser sincera e justa quando escrevo sobre alguma coisa.
                Olhando pelo lado crítico (e racional, depois de horas suspirando), Crepúsculo é somente mais uma franquia que visa ganhar dinheiro em cima de jovens adolescentes (ou não mais adolescentes) que sonham em encontrar o par perfeito e viver a eternidade feliz da vida. Amanhecer – parte 2 segue a mesma tendência de todos os quatro anteriores. Atores com uma atuação mais ou menos, efeitos especiais ruins  e diálogos descontinuos que dar nos nervos. Mais um  ponto negativo foi por causa da sua falta de conteúdo. Essa história de dividir o filme em dois, deixou a segunda parte com tão pouca história que o  filme chega a ser monótono. Mas em contra partida, não há como negar que apesar de Kristen ter sido mais ou menos durante toda a saga, ela ganhou um pouco de brilho (sem duplo sentido) nesse último filme. Sua performance foi muito a cima do esperado.

Mas, opiniões críticas deixadas de lado, quem liga pra tudo isso? Ignorando todas as falhas técnicas, Amanhecer – parte 2 de muitas maneiras, conseguiu fazer o coração de cada fã palpitar, a boca se abrir num sorriso e fazer escapar vários suspiros e risadas, além de nos matar do coração com o final mais inusitado. Duvido muito que qualquer pessoa estivesse esperando aquelas cenas malucas que antecedem o fim. Foi tão tenso, que eu, que manti a dignidade durante todo o filme sem gritar, quis pular da cadeira desesperada sem saber o que fazer ou esperar, me tirando da zona de conforto de que tudo ia ficar bem. Houve uma fidelidade absurda ao livro (de novo, com excessão do final), a atuação do casal protagonista melhorou consideravelmente e a trilha sonora é fantástica.
                Não há muito mais a falar, em resumo houve sim um amadurecimento da versão cinematográfica da saga e de todo o elenco. Se você desistiu da série por causa da grotesca adaptação que fizeram do primeiro filme, não desista. Vá em frente,  der  um chance a saga e se delicie com Amanhecer – parte 2.




Desculpem o atraso na postagem da resenha, mas estou sem tempo nenhum. =/

até mais ;)



Resenha - Ladrão de Almas
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Ladrão de Almas - Alma Katsu


SINOPSE: No turno da noite em um hospital em Maine, Dr. Luke Findley espera ter outra noite tranquila com lesões causadas pelo frio extremo e ocasionais brigas domésticas. Mas no momento em que Lanore McIlvrae — Lanny — entra no pronto-socorro, ela muda a vida dele para sempre. Uma mulher com passado e segredos misteriosos, Lanny não é como outras pessoas que Luke já conheceu. Ele é, inexplicavelmente, atraído por ela... mesmo ela sendo suspeita de assassinato. E conforme ela conta sua história, uma história de amor e uma traição consumada que ultrapassa tempo e mortalidade, Luke se vê totalmente seduzido. Seu relatório apaixonado começa na virada do século XIX na mesma cidadezinha de St. Andrew, Maine, quando ainda era um templo Puritano. Consumida, quando criança, pelo amor que sentia pelo filho do fundador da cidade, Jonathan, Lanny qualquer coisa para ficar com ele para sempre. Mas o preço que ela paga é alto — um laço imortal que a prende a um terrível destino por toda a eternidade. E agora, dois séculos depois, a chave para sua cura e salvação a depende totalmente de seu passado. De um lado um romance histórico, de outro uma história sobrenatural, Ladrão de Almas é uma história inesquecível sobre o poder do amor incondicional não apenas para elevá-lo e sustentá-lo, mas também para cegar e destruir — e como cada um de nós é responsável por encontrar o próprio caminho para a redenção.

                 Ladrão de Almas em primeiro lugar me cativou por sua capa lindíssima, e mesmo contra todos os meus esforços, as vezes escolho um livro pela capa. Em segundo, trata do assunto sobrenatural, e eu praticamente não resisto a esse tema. Então entrei no livro de cabeça, não com expectativa, pois nunca tinha ouvido falar dele ou da autora, mas senti que o livro prometia uma grande história. Eu cometi um grande erro, e sei que tenho esse direito, pois o que seria de nós leitores, se não tivéssimos livros ruins em nossa jornada. Jamais iríamos saber apreciar os livros bons.
                Mas, voltando ao centro da questão, Ladrão de Almas conta a história de Lanore, que numa noite congelante é encontrada coberta de sangue e é levada ao hospital onde conhece Luke, um médico preso a um espiral de decepções em sua vida. Temendo ser presa por assassinato, Lanore decide confiar em Luke e conta sua verdadeira história para que ele a ajude. Sua história de amor (e devoção) por Jonathan que começou no século XIX e lhe persegue até hoje.
                Assim, o livro intercala, entre o presente – onde Lanore e Luke estão, que é narrado em terceira pessoa – e o passado de Lanore, narrado por ela mesma. Não irei mentir, dizendo que o livro não cria certa expectativa e um certo friozinho no estômago. Sua cenas são impactantes, algumas bastante cruéis e o enredo é conduzido de forma bastante misteriosa, não permitindo ao leitor abandonar o livro, mesmo que ele queira (e, acredite em mim, eu quis várias vezes.)
                É dificil explicar o porquê que não gostei de Ladrão de Almas, não sei se foi a estupidez sem fim de Lanore e seu relacionamento unilateral com Jonathan ou a covardia dele e sua falta de personalidade. Se foi a apatia de Luke e sua pena sem fim de si mesmo, ou Adair o vilão de mente mais doentia e estranha que já vi. Enfim, pra mim o que mais me manteve na leitura até o fim, foi a curiosidade. Eu pulei páginas e larguei ele por alguns dias; li o último capitulo e foi tão revoltante como tudo terminou, que resolvi retomar a leitura de onde parei para saber como diabos NADA acontecia. Sim, porque no último capitulo não acontece nada.
                Quando finalmente terminei me perguntei: mas qual foi o objetivo? Cade a chave da cura e salvação que se fala na sinopse? Cade a redenção? Ela não foi curada, salva, nem nada do tipo. E Luke passou o livro inteiro como um motorista cheio de autocomiseração. Por favor! Todas as coisas sórdidas da natureza humanas foram tratadas durante todo o livro para quê? Bem,  eu não consegui achar respostas cabíveis para nenhuma dessas perguntas.
                Não há dúvida que a autora, Alma Katsu tem potencial e sabe contar uma história muito bem. Mas faltou mais de seus personagens, faltou essência na história, faltou respostas.
                Ladrão de Almas teve uma ótima avaliação no Skoob, não consegui entender porque, talvez o problema seja meu, mas ainda assim, não indico. 




Resenha - A mulher do viajante no tempo
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A Mulher Do Viajante No Tempo - Audrey Niffenegger


" - Não te abandonarei jamais. Embora você sempre esteja me abandonando.
  -Esquece que eu nunca quero partir."

Eu não sei vocês, mas assim que vi o título desse livro fiquei curiosa, e corri pra comprar. Não me decepcionei em nenhum momento.
Apesar da história falar de um homem que viaja no tempo, é um romance que mostra a realidade do amor, quero dizer, eu achei que o amor de Henri e Clare é o tipo de amor que você pode sentir realmente. É como se Clare fosse casada com um homem terrivelmente ocupado que vivi viajando, porém um pouco pior pelo fato dela não poder ir com ele, e como ela sempre diz: “É muito ruim ser a quem fica...”.
Clare é uma mulher sensível, porém forte e faz de tudo para que sua vida seja normal apesar de estar sempre esperando por Henri, e ele por sua vez, é um homem triste e confuso até conhecer a Clare.
O porto seguro de Henri é Clare, é a primeira coisa que ele se permite amar e ter em sua vida. E é um amor lindo, cheio de altos e baixos. Eles brigam, ficam zangados um com outro, dizem coisas que não queriam dizer, mas se amam e apesar de tudo são felizes. 
Eu achei que Audrey Niffenergger escreve muito bem, ela consegue ser irônica, engraçada e romântica no decorrer da historia, o que a torna dinâmica, a linguagem  é bem coloquial e fácil de entender. Apesar dos milhares de datas e anos que tem no decorrer do livro e que você precisa fixar (pois se trata de viagem no tempo) é uma leitura muito gostosa.
Enfim...é o tipo romance com direito a lágrimas, que te deixa com o coração apertado e que deixa você pensando por dias a fio na beleza de um amor que superou os mais dificil obstáculo: tempo. Recomendo!

PS.: Esse livro tem a versão em filme que eu também recomendo, com o ator Eric Bana (lindo e charmoso de morrer). Porém a tradução do titulo do filme não é “A mulher do viajante do tempo”, e sim “ Te amarei para sempre”. O filme é lindo também! chorei horrores.
Fica a dica ;)






Resenha - Belo Desastre
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Belo Desastre - Jamie McGuire

        Belo Desastre começa bem. Realmente bem. Para fãs de romance, o livro é irresistível. A trama se mostra promissora com personagens com bastante carga emocional e que são um destrate quando estão juntos. A Abby, nossa mocinha que usa cardigã, que tenta ser correta acima de tudo, é na verdade uma garota que consegue virar 15 doses de tequila e possuidora de um passado sombrio. O bad-boy é Travis Maddox, musculoso, tatuado, sexy, com um charme absurdo e seus próprios demônios interiores. Eles se envolvem somente como amigos, mas contra todos os argumentos de Abby eles possuem química – muita química – além do mais, existe a vontade incontrolável dela de salva-lo do que quer lhe aflija e ele, sabe que ela pode.

            Esse é o resumo da história, que não passa de um clichê, mas com certeza muito boa e bem escrita. Não há dúvidas que a narrativa de Jamie McGuire é boa e seus personagens e sua história podem sim serem envolventes, mas não sei o que aconteceu que ela de repente, desandou na escrita. O drama do casal de repente pareceu tão infantil que dava vontade de rir, o passado sombrio da Abby é tão bobo que eu me perguntei: pra que tanto drama? Eu estava pronta para dar ao Travis o status de minha paixão literária, mas de repente ele ficou um chorão babaca, obsessivo ao extremo ao estilo Bella Swan, onde cada frase era “Abby, você é minha vida, volte para mim ou vou chorar e parar de fazer a barba”. Por favor!
                Estimo que há no minimo, cem páginas desnecessária com cenas que não precisavem de maneira alguma. O livro de repente, de um maravilhoso romance, cheio de altos e baixos, lutas em ringues e paixão avassaladora, passou para um romance mamão com açúcar com dramas irrelevantes e personagens chatos.
                O que tornou possível a minha leitura ir até o fim, foi a espera de um final bastante dramático que me fizesse sofrer um pouco ou algo do tipo, mas nem isso.
                Belo Desastre serviu somente para deixar aquela sensação do que poderia ter sido, mas não foi. E indico somente por isso.


Até mais ;)



Resenha - Cinquenta tons de cinza
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Cinquenta tons de cinza - E.L. James


Olá pessoas,
                Depois de um tempo relativamente longo, eu voltei! Fazia muito tempo que o coitadinho do blog não era alimentado e me desculpem por isso. Tive muitos problemas durante esses cinco meses e quase não tive tempo nem para ler, mas agora estou disposta a levar o blog (e minhas leituras) para frente e com muitas novidades. Então, para a re-estréia... voialá...

                Eu me assustei! A muito tempo que não via um livro ser tão divulgado quanto Cinquenta tons de cinza (Fifty shades of Grey). Qualquer pagina da internet (relacionada a livros) que eu entrava havia uma crítica, ou comentário sobre o livro. Eu estava resistente, pois era um livro erótico com pitadas sadomasoquistas, voltado para as mulheres e seus desejos, e eu sou uma romantica incurável, totalmente contra cenas de sexo despropositadas, então não sou muito fã desse tipo de livro. Mas desistir de resistir e coloquei o livro que estava lendo de lado e comecei o tão falado. Foi totalmente contra vontade, e esperando que o livro – sejamos sinceros – fosse sem futuro, afinal tinha certeza que ele só tinha sido aceito tão rapidamente por causa do tema que abordava: o erotismo. E, se falou de sexo, todo mundo fica curioso.
                E então, surpresa, surpresa! Não havia nenhuma surpresa. O livro é tão comum, para não dizer clichê. Garoto encontra garota. Garota tenta se distanciar do garoto porque sente que existe algo errado, mas não consegue. O garoto tenta convence-la de que ele é errado. E, sem perceberem estão envolvidos.

Eu não poderia dizer que é o pior livro que já li porque seria injustiça, mas nem de longe é tudo aquilo o que estão falando. A história é boa e os personagens tinha todo potencial de se tornarem marcantes, mas fora a inteligencia (raramente usada) da doce e virgem Ana, ela não é grande coisa. E o charmoso e misterioso Grey, com suas cinquentas sombra, parecia que na verdade não tinha nem dez. Além disso, o livro inicialmente era uma fanfic da Saga Crepúsculo, o que para mim não é nenhum problema, já que li mais fanfic do que sou capaz de contar, mas o que me incomodou é que pareceu que a autora não trabalhou no livro, simplesmente pegou a fic e editou. A Ana é tão parecida com a Bella Swan que dar nos nervos (e nem vale a pena falar dos outros personagens)!
                Para ser um romance erótico, o livro é bastante romantico. Claro, há cenas de sexo do tipo “liga o chuveiro que to com calor”, mas não vai muito além disso. Ao meu ver, Cinquenta tons de cinza é simplesmente um livro mal escrito, com um romance água-com-açúcar que virou um fenomeno mundial por causa de um super marketing (e obviamente o sexo).
                Mas não vou ser hipócrita. Estou sim curiosa para ler o segundo livro, o que deve ser uma coisa positiva depois de tantas criticas. Mas somente porque a melhor parte do livro é o final e eu simplesmente não quero morrer um dia sem saber o que vai acontecer.
                Se indico o livro? Só se você está em greve com tempo livre, quer algo mais picante e não é muito exigente no quesito livros hot.








Resenha - Em busca do paraíso
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Em busca do paraíso (Série Segundas Oportunidades #1) - Judith McNaught



    Ultimamente eu estava em clima de romance, porém não estava achando absolutamente nada para ler. Aí me lembrei de Judith McNaught, autora a qual eu havia lido apenas um livro, mas maravilhoso. Fui atrás de seus outros livros e encontrei “Em busca do paraíso”.
    O livro é exatamente o que esperava que fosse. Conta a história de Maredith Bancroft, herdeira de uma grande fortuna, e Matthew Farrell, um pé rapado trabalhador que estar lutando para ganhar a vida e a paixão que vivem na noite em que se conheceram. Porém, grandes acontecimentos separam suas vidas e apenas 11 anos depois eles se reencontram.
   Sim, mais clichê e previsível é impossível, mas ainda sim o livro não deixou de ter o seu encanto. Eu realmente gostei na narrativa, apesar de McNaught, às vezes, ser excessivamente detalhista. Mas é uma história de amor bonita, com seus altos e baixos e muita paixão. O Matt consegue conquistar qualquer mulher (inclusive a leitora que vos fala) com tipo frio-indiferente-conquistador, já a Meredith é um pouco sem graça, mas teve minha simpatia ainda assim.
  De qualquer forma, é um livro que eu indico para as românticas de plantão. A Judith é uma ótima autora e sabe como conquistar seus leitores e até surpreendê-los um pouco com os maiores clichês.

"- Seis milhões de dólares e o mundo! - ela disse baixinho, em tom desdenhoso, tentando ignorar o excitante contato dos lábios de Matt em sua pele. - O que mais poderia me dar, se eu fosse morar com você?
- O paraíso. - Erguendo a cabeça, ele tomou o queixo dela entre o polegar e o indicador e forçou-a a virar o rosto e encará-lo. Então, continuou em tom solene e emocionado: - O paraíso, numa bandeja de ouro. Você terá tudo o que quiser, eu inclusive.”

Até mais... beijos.



Resenha - Julieta imortal
| 2 comentários
Julieta imortal - Stacey Jay

        
        Sim, a Julieta do titulo desse livro é exatamente a Julieta que você está pensando, a do Romeu. Acredito que todo mundo conhece um dos casais mais famoso da literatura escrito por Shakespeare. Então, não foi sem preconceito que eu – levando quase uma hora na livraria pra decidir se levava ou não o livro – comecei a lê-lo. Quero dizer, estamos falando de Romeu e Julieta, almas gêmeas perfeitas que morreram um pelo outro e ai vem uma autora dizendo que a história é a maior farsa? Acho que não.
      Mas ainda assim dei uma chance a Jay, e qual não foi a minha surpresa ao perceber que Julieta imortal é ótimo?
      A verdade que nos é apresentada é: Romeu matou Julieta. E matou para conseguir a imortalidade. Só que inesperadamente, Julieta tornou-se também imortal, e com uma missão. Ela lutará para unir as almas gêmeas verdadeiras, enquanto Romeu terá que convencer a fazer o mesmo que ele fez com Julieta.
     Julieta Imortal é uma história que conquista você aos poucos, parece confusa no começo, mas nada é deixado desamarrado. A escrita de Jay é muito boa, mistura um pouco de tudo – fantasia, aventura e romance – além de conseguir que em cada capitulo algo importante aconteçesse. Não espere uma apresentação de personagens, uma explicação do que Julieta e Romeu fazem. Não, isso é explicado aos poucos e por isso é um pouco confuso, mas nada que estrague a leitura, muito pelo contrario.
     Mesmo eu, uma pessoa extremamente tradicional quando se trata de romances, fiquei surpreendida com o quanto livro é bom. Não estou acostumada a ver um personagem que eu considerava o mocinho mais romântico da face da terra, posando de mal. Eu meio que esperava que Romeu se redimisse em cada página que eu virava, mas a verdade é que depois percebi que ele não merecia e comecei a torce por outro personagem (sem spoilers, mas só digo uma coisa, ele é um fofo! ^^).

"Ela lutará pela luz, e ele pela escuridão.
Lutando por séculos pela doce centelha do amor.
Sempre que duas almas se amarem de verdade,
vocês o encontrarão, a corajosa Julieta, e Romeu, o desertor."
  
     No mais, eu super indico o livro.


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